Roer as unhas, na visão da psicosomática, vai além de um hábito nervoso. É, muitas vezes, a expressão silenciosa de uma mente em estado de alerta constante. Estudos indicam que comportamentos repetitivos estão associados a níveis elevados de ansiedade e dificuldade em elaborar emoções não expressas. O corpo tenta aliviar a tensão buscando controle imediato — mesmo que isso gere dor. Por trás das unhas roídas, há um pedido de acolhimento, segurança e presença. Quando a emoção encontra escuta, o corpo não precisa mais gritar.