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Caminho Cura – A Tradição e a Ciência na Arte de Cuidar. O Caminho Cura é um espaço dedicado à integração entre Medicina Tradicional Chinesa, Homeopatia e Psicossomática, resgatando o conhecimento ancestral e unindo-o à ciência para promover um olhar holístico sobre a saúde. Aqui, acreditamos que o corpo, a mente e a alma caminham juntos na busca pelo equilíbrio e pela cura verdadeira. Por meio de conteúdos educativos, atendimentos terapêuticos e reflexões sobre a espiritualidade, o Caminho Cura oferece uma jornada de autoconhecimento e bem-estar. Seja para aliviar dores, tratar desequilíbrios ou simplesmente aprofundar sua conexão consigo mesmo, este é um espaço de acolhimento e transformação. Siga-nos e descubra como a sabedoria antiga pode iluminar sua saúde e sua vida!

Nome científico: Casearia sylvestris Swartz

Sinonímia Científica: N/A

Nome popular: Guaçatonga, erva de bugre, erva de lagarto, língua de tiú, marmelinho
do campo, vassitonga.

Família: Rubiaceae.

Parte Utilizada: Folha e caule

Composição Química: Óleo Essencial: terpenos e triterpenos; saponinas; ácidos
Graxos; taninos; antocianosídeo; resinas; flavonóides.

Formula molecular: N/A

Peso molecular: N/A

CAS: N/A

DCB: N/A

DCI: N/A

Trata-se de um arbusto de 3 a 4 m de altura, possui casca cinza-pardacenta, rugosa,
ramos longos; folhas permanentes simples, alternas, pecioladas, de bordas
serrilhadas, de até 14 cm de comprimento. Numerosas flores pequenas, dispostas em
cimeiras axilares de até 50 flores branco-esverdeadas ou amarelas. O fruto é uma
cápsula globosa, ovóide, vermelho quando maduro, que contém 2 a 6 sementes
envoltas em arilo lanoso comestível. Reproduz por sementes, não é exigente quanto a
clima e solo e colhem-se as folhas no início da floração.
É nativa da América Tropical, ocorrendo do México à Argentina, no Brasil, ela vegeta
em abundância. É usada pela população indígena e cabocla dessas regiões há
centenas de anos. O seu uso advém do hábito de ela ser ingerida por lagartos que
tenham sido picados por cobras.

Indicações e Ação Farmacológica

Possui ação cicatrizante, antisséptica, antiúlcera, diurética, tônico, estimulante,
antimicrobiana, fungicida, depurativa e bloqueador de venenos de cobras.
Exerce uma significativa ação anti-úlcera, reduzindo o volume de ácido clorídrico
produzido. Comparativamente á cimetidina, não aumenta o pH gástrico, o que
ocasionaria dificuldades na digestão das proteínas.
Por conter taninos, forma revestimentos protetores na pele e nas mucosas,
dificultando infecções. Aumenta a diurese, e ativa a circulação periférica, estimulando
o metabolismo cutâneo, com consequente tonificação local.
Pesquisas constataram que o processo de cicatrização interna ou externamente evolui
bem quando tratado com guaçatonga.

Toxicidade/Contraindicações

É considerada uma planta segura, mas em altas doses pode causar vômitos e
diarreia. Recomenda-se não utilizar durante a gravidez, pois há relatos de que
extratos aquosos demonstraram atividade sobre a musculatura uterina em ratas

Dosagem e Modo de Usar

Decocção: 2 g para cada 200 mL de água, até três vezes ao dia.

Pó: 300 a 600 mg ao dia.

Tintura: 5 a 20 ml ao dia, divididos em duas ou três doses.

TM: 10 a 20 gotas, duas vezes ao dia.

Referências Bibliográficas

ALONSO, J. Tratado de Fitofármaco y Nutracéuticos. Editora Corpus: Argentina,
1ªEd., 2004.

ÁVILA, L. C. Índice terapêutico fitoterápico – ITF. 2 ed. Petrópolis, RJ, 2013

TESKE, M.; TRENTINI, A. M.M. Herbarium compêndio de fitoterapia. 3 ed. Curitiba,
1997

eliasjs21@yahoo.com.br

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